Em mídias sociais, a máxima “falem bem, falem mal, mas falem de mim” também funciona?

luliradfahrerLuli Radfahrer: Não. Nada que não funcionaria em uma conversa pode funcionar com as mídias sociais. Um exemplo simples para comprovar isso é quando você vai comprar um carro e consulta o Google para ter mais informações sobre a marca dele ou sobre a loja em que você vai negociá-lo. O Google, por sua vez, consulta várias fontes na web, desde o site institucional da empresa/marca até mídias sociais. Estas últimas são muitas e tendem a influenciar um número cada vez maior de consumidores. O mesmo vale para restaurantes, livros, destinos turísticos e até bairros em que se compre ou alugue um apartamento. Falar mal é muito, muito pior do que não falar. Se ninguém falar nada, ainda sobra ao anunciante o benefício da dúvida.

gilbertojrGilberto Jr.: Depende da estratégia de branding da marca. Em geral, falarem mal de você nunca é legal, mas, por outro lado, se você souber ouvir pode ser construtivo. Uma reputação ruim pode ser revertida e às vezes o benefício de revertê-la é maior do que o de construir uma reputação boa. A GM teve um caso assim quando uma ação com UGC gerou um problema de reputação e depois, através da criação de uma linha de produtos “verdes” em resposta às críticas, a GM conseguiu “dar a volta por cima”.


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